Cirurgias

O Núcleo de Medicina Ocular tem equipamentos modernos e atuais além de um corpo clínico de especialistas altamente capacitado para realizar os mais diversos procedimentos cirúrgicos com máxima eficácia e os melhores resultados.

É a opacificação do cristalino, lente natural do olho, provocando a diminuição da visão. Os sintomas podem ser desde pequenas distorções visuais até a perda total da visão. Seu tratamento é essencialmente cirúrgico. A técnica de facoemulsificação consiste na remoção do cristalino comprometido, por emulsificação (dissolução) e aspiração através de uma microincisão, sendo substituído por uma lente intraocular.

É uma doença ocular, também conhecida como um tipo de ectasia não inflamatória da córnea, geralmente progressiva que cursa com mudanças estruturais no tecido corneano, tornando-o mais fino e com um formato cônico (com aumento da curvatura), provocando distorção de imagem, aumento progressivo do grau (principalmente astigmatismo), baixa de acuidade visual e flutuação da visão. O diagnóstico é feito com exame clínico e avaliação da espessura corneana (paquimetria), topografia corneana (videoceratoscopia) e mapa de elevação corneana (tomografia corneana – Orbscan/Pentacam). O tratamento baseia-se em dois princípios:

1 – Evitar a progressão da doença: realização do procedimento conhecido como Cross-linking (aplicação de riboflavina e luz ultravioleta na córnea para fortalecer as ligações de colágeno e aumentar sua resistência mecânica).

2 – Melhorar a acuidade visual: óculos, lente de contato gelatinosa, lente de contato rígida gás permeável, lentes esclerais e procedimentos cirúrgicos como o implante de anel intracorneano (como o anel de Ferrara) e a cirurgia de transplante de córnea, que pode ser, penetrante (total) ou lamelar (parcial).

É a cirurgia que visa diminuir a dependência dos óculos ou lente de contato através da correção de erros refracionais como miopia, astigmatismo, hipermetropia e presbiopia. Essa correção pode ser feita através de aplicação de laser (Excimer laser) na córnea ou através de implante de lente intraocular, como as lentes fácicas, realizadas em altas ametropias (alta miopia/hipermetropia).

A cirurgia a laser pode ser feita pela técnica de superfície, conhecida como PRK, ou através da confecção de um flap corneano, conhecida como LASIK. As duas são consideradas cirurgias seguras, rápidas e que não necessitam de internação.

Ocorre quando há o desalinhamento dos olhos (olhos tortos). O procedimento de correção consiste na alteração da posição dos músculos responsáveis pela movimentação dos olhos, com o objetivo de restaurar o paralelismo ocular e a visão binocular. É importante ressaltar que a cirurgia corretiva do estrabismo visa melhorar o alinhamento dos olhos, no entanto, não interfere na melhora da acuidade visual que pode acontecer em casos de estrabismos tratados tardiamente (ambliopia).

É uma doença que acomete o nervo óptico e consequentemente a camada de fibras nervosas da retina. Atualmente, devido à evolução dos medicamentos antiglaucomatosos, são raras as vezes em que a doença não consegue ser controlada por meio de colírios. Em algumas situações, pode ser utilizado o laser para o tratamento. Nos casos em que a cirurgia é necessária, o procedimento cirúrgico visa a diminuição da pressão intraocular proporcionando maior drenagem do humor aquoso, evitando, dessa forma, lesões mais graves. O glaucoma não tem cura, por isso, o objetivo final da cirurgia é a estabilização visual, evitando-se a perda total da visão, que é irreversível.

São cirurgias realizadas nas pálpebras, vias lacrimais e órbitas. Podem ser restauradoras, quando visam preservar ou restabelecer a integridade das estruturas oculares, ou estéticas, para a melhoria do aspecto estético ou rejuvenescimento do paciente. Dentre as cirurgias mais realizadas estão as blefaroplastias (retirada de excesso de pele e bolsas de gordura nas pálpebras inferiores e superiores), correção de ptose palpebral (queda da pálpebra superior), cirurgias de vias lacrimais e retirada de tumores das pálpebras.

A retina é um fino tecido nervoso sensível à luz localizado na parte posterior do olho.

Através do nervo óptico, conecta-se a cérebro sendo a responsável pela captação da imagem e transformação da mesma em estímulos elétricos que serão interpretados pelo cérebro.

O vítreo é um material gelatinoso que preenche quase todo o espaço intraocular.

Doenças da retina podem ser tratadas com colírios, medicamentos por via oral, endovenosa ou intravítrea. Em diversas doenças, o tratamento é cirúrgico.

Nestes casos, realizam-se as cirurgias vitreorretinianas, seja com a utilização de explantes de silicone especiais (Buckle) ou com a vitrectomia. A vitrectomia posterior ou via Pars Plana é a principal técnica cirúrgica atualmente utilizada.

Retira-se o vítreo e opera-se a retina por meio de 3 microincisões (mais ou menos como acontece na cirurgia videolaparoscópica) e instrumentos especiais que permitem remover opacidades inflamatórias ou hemorrágicas (hemorragias vítreas), reaplicar a retina (descolamento de retina) e remover finas membranas epirretinianas (membranas epirretinianas, tração vítreomacular, buraco macular idiopático).

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ÁREA DE ATUAÇÃO: Neuro-oftalmologia, Retina e Vítreo, Visão Sub-normal, Oftalmologia Geral

GRADUAÇÃO:Formado em Medicina pela Universidade Federal de Goiás – UFG (1996)

RESIDÊNCIA MÉDICA: Residência Medica em Oftalmologia na Universidade de Santo Amaro, São Paulo, SP(UNISA)

ESPECIALIZAÇÃO: Fellow em Retina e Vítreo no Centro Brasileiro de Cirurgia de Olhos – CBCO (1998-1999)Fellow em Neuro-Oftalmologia na Universidade de São Paulo – USP (1999)

ATIVIDADES ACADÊMICAS:  Professor Adjunto III de Telemedicina da Faculdade de Medicina da UFG- Chefe do Setor de Neuro-Oftalmologia do Centro da Referência em Oftalmologia (CEROF/UFG)- Coordenador da Residência Médica em Oftalmologia do Hospital de Olhos Aparecida- Coordenador do Núcleo de Telemedicina e Telessaúde da Faculdade de Medicina da UFG- Coordenador do PROVAB – Programa de Valorização da Atenção Básica do Ministério da Saúde, pela UFG- Orientador de Mestrado do Programa Pós Graduação em Educação em Saúde da Universidade Federal de Goiás- Orientador de Doutorado e Mestrado do Programa Pós Graduação em Ciências da Saúde da Universidade Federal de Goiás

TITULAÇÃO:  Doutorado em Telemedicina (Patologia) pela USP – Universidade de São Paulo- Título de Especialista em Oftalmologia conferido pelo MEC- Título de Especialista em Oftalmologia conferido pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) e pela Associação Médica Brasileira (AMB).

FILIAÇÃO A SOCIEDADES CIENTÍFICAS: 

Membro do CBO: Conselho Brasileiro de Oftalmologia- Membro da PAAO: Organização Pan Americana de Oftalmologia- Membro da AAO: Academia Americana de Oftalmologia- Membro da ATA – Academia Americana de Oftalmologia- Membro da NANOS – Academia Norte America de Neuro Oftalmologia- Membro da SBRV: Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo- Membro da EURETINA – Sociedade Europeia de Retina-

Membro da SBAO: Sociedade Brasileira de Administração em Oftalmologia- Membro da SGO: Sociedade Goiana de OftalmologiaAcesso ao currículo lattes:

http://lattes.cnpq.br/3191620401627150